Criofrequência X Criolipólise

Criofrequência X Criolipólise

Atualmente existem diversos tratamentos para gordura localizada que revolucionaram o mercado estético. Essas tecnologias podem atuar fisiologicamente de forma distintas, porém possuem resultados extremamente eficazes agindo em conciliação. Por exemplo, você sabe a diferença da criofrequência e criolipólise?

Para isso, torna-se necessário entender quais princípios estão envolvidos em cada procedimento para que em uma avaliação se saiba qual é a melhor conduta a ser tomada. Cada procedimento possui as suas particularidades e melhores indicações. Trataremos hoje sobre as principais características de duas tecnologias já consolidadas no mercado a alguns anos: Criolipólise e Criofrequência.

Você conhece as principais diferenças dessas duas tecnologias?

Descoberta em 1970 e aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration) em 2010, a CRIOLIPÓLISE possui o seu mecanismo de ação envolvido no processo de APOPTOSE – morte programada celular. Nela, os adipócitos são submetidos a um resfriamento localizado do tecido adiposo subcutâneo de forma não invasiva com temperaturas que variam de -5°C à -10°C. Desse modo, causando paniculite localizada e, consequentemente a diminuição da camada de tecido adiposo depositada na região tratada.

Criofrequência X Criolipólise
Figura 1: APOPTOSE – Retirada em: http://encurtador.com.br/bhKM4

Esse mecanismo ocorre devido ao processo inflamatório provocado através do RESFRIAMENTO do tecido. Ou seja, diferentemente do método de CRIOFREQUÊNCIA, que a sua ação acontece no processo de LIPÓLISE por AQUECIMENTO do tecido subcutâneo.

Figura 2: LIPÓLISE – Retirada em http://encurtador.com.br/adyY2

O trauma térmico provocado nas células adiposas através da tecnologia de CRIOFRQUÊNCIA libera ácidos graxos e glicerol por meio da enzima lipoproteína lipase. Os ácidos graxos serão degradados e utilizados na síntese de ATP (adenosina trifosfato) pelas células hepáticas, adiposas e musculares. Enquanto que o glicerol se junta ao plasma e é metabolizado pelo fígado. A resposta ao estresse compreende a atuação de proteínas denominadas proteínas de choque térmico (Hsp – Heat Shock Proteins), sendo esta uma das respostas primárias de proteção celular.

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Dra. Mayte Peres

Dra. Mayte Peres

• Tecnóloga em Estética e Cosmetologia – Centro Universitário SENAC • Biomédica pós graduada em Estética – FMU/IPESSP

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